Contos de amor do século XXI

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015



    Sabe-se lá quem melhor definiu o amor. O amor é sentível, não é definível. O amor é do mesmo tanto que não é. É tudo e é nada. Ou talvez seja o imenso vazio que preenche estes extremos tão tenebrosos à vida humana. E sexo? É amor... é sem amor... é dependente... é químico... ??? Sei lá, pra que respostas! Vamos voar e deixar que eles sejam o que forem quando forem como forem. Que sejam ou não sejam, mas que sejamos nós um ser em movimentos de amor e sexo.
  Então, vamos voar?
  É só acompanhar este voo nada econômico de quatro blogs iguais e diferentes de um mesmo diferente Brasil. Aí a gente se encontra se perde se acha se desencontra, mas não se larga nunca.
   Primeira parada: 1º de fevereiro.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

 
 
 
 
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