Deixa com a gente, João!

terça-feira, 19 de agosto de 2014


Hoje, na missa em homanagem a Eduardo Campos, aqui em Afogados da Ingazeira - PE



Pra tudo traz a genética
A resposta exata e séria,
Porque define a matéria
E sua estrutura estética.
Sem qualquer menção profética
Comprova o que a carga traz...
E Eduardo de Arraes
Trouxe o gen da liderança,
A semente da esperança
E o biótipo da paz.

Agora a matéria jaz
Tranquilamente em seu túmulo,
Mas em terra brota o acúmulo
De seus feitos geniais.
Sua fé, seus ideais
Lhe manterão entre nós,
Que os filhos não ficam sós
Quando o pai se faz eterno
E Eduardo foi fraterno
Em ação, em gesto e voz.

E a morte não é a foz
Quando o rio é caudaloso.
A água mesmo em gasoso
Vira chuva logo após.
Eduardo, mesmo pós
A vida será um rio,
Que para o céu só subiu
Em sua forma invisível
Mas permanece visível
No coração do Brasil

< Alexandre Morais >

E viva João Paraibano!

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Viva, Mestre!

sexta-feira, 25 de julho de 2014



02 de agosto - Dia do Cordelista


Programa Cantos e Contos, com Os Nonatos

segunda-feira, 21 de julho de 2014

 Poesia boa e muito forró na gravação do
Cantos & Contos desta quarta-feira, 23

      Nesta quarta-feira, no Bar e Restaurante Bessa Grill, em João Pessoa - PB, haverá mais uma gravação do programa Cantos & Contos, com a apresentação da dupla Os Nonatos. As gravações começam às 19h30 e as atrações são: os poetas Zé Adalberto de Itapetim, Genilson Santana de Tabira e Alexandre Morais de Afogados da Ingazeira, mais o grupo cajazeirense, Forró Tora Chinela. A entrada é franca e o programa vai ao ar pela TV Correio/Record.
  

Os Poetas
   Representantes da contemporânea safra de poetas do sertão do Pajeú pernambucano, berço da poesia popular nordestina, esses três poetas têm feito bonito em suas apresentações pelo país afora, levando nossa cultura a outras regiões. Além de terem seus trabalhos individuais, um dos trabalhos mais significativos dos três juntos é o CD Retrato 3 x 3, onde eles resumem o passado, o presente e o futuro desta riquíssima manifestação artística. Além dos poemas autorais, o trabalho louva novos nomes da poesia e relembra ícones como Catullo da Paixão Cearense, Jansen Filho e Zé da Luz.


Tora Chinela
      O grupo de forró “Tora Chinela”, da cidade de Cajazeiras, tem menos de cinco anos de formado e já é considerado um dos melhores grupos de forró do alto sertão. Formado por Eduardo Jorge, vocal e zabumba; Joabson Nascimento, acordeon; Petrônio Ribeiro, contrabaixo; Brito Paredão, triângulo; e Chico Batera, bateria, o grupo tem agenda que registra cerca de 20 apresentações mensais.
      O nome “Tora Chinela” foi sugerido pelo Padre Janilson e tem tudo a ver com a formação do grupo, que se deu de forma inusitada. O pároco precisava fazer uma festa para angariar fundos para climatizar a igreja São João Bosco, mas não dispunha de recursos para contratar uma banda de renome.
     “Então, como já colaborávamos com a igreja na promoção da festa, foi daí que surgiu a ideia de formarmos o grupo. E o nome foi dado na hora, pelo Pe. Janilson”, explicou o líder do Tora Chinela, Eduardo Jorge.
 

    Não perca tempo e participe também da gravação do Cantos & Contos, nesta quarta-feira (23), de uma noite agradável, com muita poesia e forró de boa qualidade, a partir das 19h30, no Bessa Grill. A entrada é franca!

Cultura no ônibus. Isso vale um abraço!

 

     O cobrador de ônibus do Distrito Federal, Antônio da Conceição, criou o projeto "Cultura no Ônibus", no qual empresta livros de sua coleção para os passageiros da linha em que trabalha. Ele monta uma estante com cerca de 15 livros todos os dias e os passageiros podem pegá-los sem nenhum compromisso.
    Além do acervo pessoal, Antônio também conta com a doação de passageiros e pessoas que visitam o blog do projeto. Com o objetivo de incentivar a leitura, o cobrador também está criando uma biblioteca em seu bairro. 

< Copiado de Clécio Rimas >

Eu vou pro sertão, seu moço, do meu Bodocó..

quarta-feira, 16 de julho de 2014


O Massacre de Angico - Vale muito a pena

terça-feira, 15 de julho de 2014

    
O sertão brasileiro será palco do  MASSACRE DE ANGICO – A MORTE DE LAMPIÃO, no período de 23 à 27 de julho/2014, em Serra Talhada/PE.  Grandiosa encenação que reúne 100 atores e figurantes em Serra Talhada, no sertão pernambucano, terra natal de Virgolino Ferreira da Silva, para recontar sua história de vida por um outro viés, a do homem que tanto falava de morte quanto de amor.Texto de Anildomá Willans de Souza / Direção de José Pimentel.

Informações:
José Pimentel - Diretor do Espetáculo "O Massacre de Angico - A Morte de Lampião - F: 81 -  9977-3739
Anildomá Willians de Souza - pesquisador e autor do espetáculo - F: 87 - 9918-5533
Cleonice Maria – Presidenta da Fundação Cultural Cabras de Lampião (Produção)  F: – 87 – 9938 6035.
Karl Marx – Ator que vive Lampião e Produtor – F: 87 - 9661 8811.

Recomendável

quinta-feira, 10 de julho de 2014

 
A Fundação de Cultura Cabras de Lampião convida para a coletiva que vai ser realizada no próximo dia 17, às 15h, no Museu da Cidade do Recife, localizado no Forte das Cinco Pontas. Na ocasião, vão ser detalhados os preparativos para a 3ª edição do espetáculo “O Massacre de Angico – A Morte de Lampião”, que será encenado entre os dias 23 e 27 de julho, na Estação do Forró, em Serra Talhada, no Sertão pernambucano. O evento, que é gratuito e atrai milhares de pessoas, espera reunir aproximadamente um público de 10 mil espectadores por noite. Além dos artistas envolvidos na peça, também participam da coletiva o autor do espetáculo, Anildomá Willians de Souza, o diretor José Pimentel, e a presidente da Fundação Cultural Cabras de Lampião, Cleonice Maria.

No espetáculo, o público vai conhecer a história que aconteceu ao leito de um riacho seco, em Angico, no sertão de Sergipe, onde os companheiros de Lampião, entre eles, sua mulher, Maria Bonita, foram assassinados no dia 28 de julho de 1938.

Dentro do enredo são mostradas cenas do passado marcante da história do Rei do Cangaço, como: suas desavenças com o primeiro inimigo José Saturnino, seu encontro com Padre Cícero para receber a patente de capitão do Exercito Patriótico, a determinação do presidente Getúlio Vargas em acabar com o cangaço e a sua morte e de Maria Bonita, juntamente com o bando.

As cenas são ligadas ao imaginário popular, em uma narrativa que mostra os fatos históricos construídos por meio de efeitos especiais de luz e trilha sonora.

O Massacre de Angico – A Morte de Lampião é uma história de TRAIÇÃO, AMOR E ÓDIO, que tem como palco os confins do sertão, na primeira metade do século passado.
 
 Informações:

José Pimentel - diretor do espetáculo "O Massacre de Angico - A Morte de Lampião: (81) 9977-3739
Anildomá Willians de Souza - pesquisador e autor do espetáculo: (87) 9918-5533

Em João Pessoa

E lá vamos nós, eu Zé Adalberto e Genildo Santana, pra mais uma boa jornada. Dia 23 de julho, gravação no programa Cantos e Contos, com Os Nonatos, em João Pessoa.

2 anos da Fábrica de Criação Popular

Neste sábado (12), a Fábrica de Criação Popular do Sesc em Triunfo (PE) comemora dois anos de funcionamento com uma programação gratuita valorizando a cultura da região. Durante todo o dia, das 10h às 22h, o público irá conferir recitais, repente, apresentações artísticas e da cultura popular.

Criada com o objetivo de oferecer um espaço cultural para a população de Triunfo, a Fábrica de Criação Popular abriga um acervo com obras de artistas locais e da região do Alto Pajeu, uma galeria de artes, salas para realização de oficinas artísticas e cursos de música, um café e um pátio para apresentações culturais.

Confira a programação

10h às 11h — Na corda da poesia
Retrato 3 x 3 (Poetas Alexandre Morais, Genildo Santana e Zé Adalberto)
Repentistas
Local—Feira Livre (Praça José Veríssimo Júnior)

16h às 17h — Farra Poética
Poetas triunfenses e participação da Academia Triunf. de Letras e Artes
Local— Praça Dr. Arthur Viana Ribeiro

17h às 19h — Feira da Fábrica
Artesanato
Música
Literatura
Local— Praça Dr. Arthur Viana Ribeiro

18h às 18h30 — Ritos e Bênçãos
Momento ecumênico
Local— Fábrica de Criação Popular

19h às 20h — Festa na Fábrica
Bacamarteiros
Jéssica e Oz Gatos Mouriscos
Local— Fábrica de Criação Popular

20h às 22h — Celebração, música e poesia
Henrique Brandão e grupo Xaxado e poesia
Local—Praça Dr. Arthur Viana Ribeiro

Bom. Muito bom.

terça-feira, 8 de julho de 2014


E aí, vamos lá?

quarta-feira, 2 de julho de 2014


quarta-feira, 18 de junho de 2014


É pra ir, viu?

segunda-feira, 16 de junho de 2014



Em Santa Cruz da Baixa Verde

terça-feira, 27 de maio de 2014

    Outro dia foi Santa Cruz da Baixa Verde - PE. Uma turma compunha uma Mesa de Glosas para um grupo de alunos, enquanto eu ministrava uma oficina sobre cordel para dois outros grupos. Ao ficar livre fui assistir à mesa e acabei convidado para uma rodada final, com um mote sugerido pelo público e aperfeiçoado pelo mestre Dedé Monteiro. Eu disse:

Sou poeta e escritor
Declamo, improviso e canto
Só nunca fui, nem sou santo
Porque nasci pecador
Estou sendo professor
Para a arte ir à frente
E quando o tempo consente
Dou amor e sou amado
Sou vaqueiro apaixonado
Correndo atrás do repente

Pássaro Cativo - Olavo Bilac


Em Tabira

     Dia 24/05 participamos de uma Mesa de Glosas, em Tabira. O evento integrou as comemorações pelos 65 anos de emancipação política do município. Bons momentos ao lado Genildo Santana, Dimas Feitoza, Zé Adalberto, Genildo Almeida, Dudu Morais, George Alves e Lima Júnior, tudo intermediado por Welington Rocha.
     Gislândio Araújo, que tava na plateia, disse que gostou quando eu me sai com esta:

Quem vai pro sul maravilha
A trabalho ou a passeio
Se sente vazio e cheio
Da solidão que humilha
Se sente como uma ilha
No meio de um mar de gente
Pra não morrer indigente
Volta pro seu natural
Quem volta ao torrão natal
Mata a saudade que sente

Mas tambem teve essa:

Um mais velho nos ensina
Que ano de 4 é bom
E veio da chuva o som
Que acordou a campina
Hoje água do chão mina
E quem não acreditou
E um São José roubou
Pode botá-lo em seu canto
Roubei tudo que era santo
E o inverno voltou

E essa:

A cana é quem me socorre
Quando a saudade agonia
Disso achei que não morria
Mas hoje sei que se morre
Uma lágrima quando escorre
Outra vem, outra derrama
Peço pra ser minha dama
Ela diz: nem por favor
Eu peço esmolas de amor
Para alguém que não me ama

E outras que o juízo não guardou, certamente pela má qualidade delas.


Recomendável

CAPA_100 DUVIDAS
O título do livro fala por si só. Mas não diz tudo. Na verdade, são mais de 100 dicas da nossa Língua Portuguesa, todas apresentadas em estrofes de sete linhas formadas por versos de sete sílabas. A forma mais tradicional da Literatura de Cordel. Uma parceria entre dois poetas cearenses: Geraldo Amancio, repentista consagrado, comemorando seus cinquenta anos de carreira, e Marcos Mairton, que em 2015 completará dez anos da publicação do seu primeiro cordel. A introdução da obra dá o tom do que vem em toda a sua extensão:

Este cordel mostra um pouco
Das regras gramaticais
Faz correção de verbetes,
Singulares e plurais,
Substitui no geral
O uso coloquial
 

Por situações formais.
Não pretende ser um livro
De cunho extraordinário,
Porque, em sendo cordel,
Tem seu próprio itinerário,
Obra espontânea e poética,
Não segue ordem alfabética
Para não ser dicionário.


Ilustrado por Alexandre Mastrella. Ensinamento Editora, Brasília, 2014. 128 p.; 15 x 22 cm. ISBN 978-85-8190-047-6

VALOR: R$ 30,00 + Frete

Olha aí, que boa parada


Olha o recado poético de Márcio Rocha em tempos de Copa do Mundo no Brasil

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Em meio ao caos do nosso País e a iminência da Copa do Mundo fiz esses versos como maneira de alertá-los sobre o fato de que vencer uma Copa do Mundo não mudará o cenário do nosso País. A minha Copa do Mundo é por um Brasil melhor!!!

Carta à Seleção Brasileira

Mês de junho tem copa no Brasil
Meu País é palco do mundial
Isso até que podia ser legal
Se a pátria ainda fosse mãe gentil
Porém minha alegria desistiu
Depois de ver tamanha roubalheira
Triplicando dinheiro pra empreiteira
Fazer estádios superfaturados
Enquanto brasileiros são chutados
Pra escanteio por toda essa sujeira

Me desculpem, Ronaldo e Parreira
Julio César e o Davi Luiz
É que já não dá mais ver meu país
Ser tratado como uma brincadeira
Todo dia é jogado na lixeira
O futuro de um bebê inocente
Que se fosse escalado como gente
Nos gramados da boa educação
Com certeza seria um campeão
E eu iria torcer bem mais contente

Eu sei que a seleção é inocente
No que diz respeito à corrupção
Mas não dá pra ter comemoração
Num país sem governo transparente
Brasileiro escalado pra indigente
Esquecido em corredor de hospital
Enquanto acontece um carnaval
Com os impostos da massa brasileira
Que trabalha e sequer tem cadeira
Pra sentar na rede educacional

Nessa copa eu vou ser torcedor
De uma melhor imagem nacional
Da saúde e assistência social
Do respeito a qualquer trabalhador
Do salário mais justo ao professor
Ao militar e a qualquer cidadão
Que trabalha pra comprar seu feijão
Na labuta suada o dia inteiro
Vou pra rua com o povo brasileiro
Mas não vou pra o estádio Felipão

Me desculpe caro amigo Neymar
Mas essa é minha humilde opinião
Vou vestir a blusa da seleção
Vou pra rua com o povo protestar
Quero ver o meu Brasil levantar
O troféu da mudança, essa é a vez
Pois já não dá pra viver no talvez
Do pão na mesa do trabalhador
Lute por nos Neymar, mas por favor
Não nos peça pra torcer por vocês...


Autor: Márcio Rocha.

É SESC, é Garanhuns, somos nós..


Matricó lança CD Lavradores em Recife

sexta-feira, 4 de abril de 2014




      Dizem que o bom filho à casa volta. Marcando sua volta a Recife, depois de uma longa temporada em Brasília Paulo Matricó realiza show de lançamento do CD Lavradores, no Teatro de Santa Isabel, dia 24 de abril, às 20h. No repertório do show, músicas do novo álbum e canções reeditadas de trabalhos anteriores do cantador.
     No show, Paulo Matricó contará com um time de grandes músicos pernambucanos, como: João Neto (Violas), Jerimum de Olinda (percussões), Derico Alves (sanfona), Dau Barros (flautas), Lucas Crasto (contrabaixo) .

CD LAVRADORES
     O poeta e cantador PAULO MATRICÓ lança o nono álbum de sua carreira, o CD LAVRADORES, uma homenagem aos agricultores e um tributo à sua origem camponesa. Originário do lendário Vale do Pajeú, onde reinam os “Faraós da poesia, ”Matricó sempre se manteve fiel às suas raízes, cantando e reverenciando estes mestres e louvando a grandeza daquela terra fértil de lavouras e poéticas. “LAVRADORES traduz em canções um estado de ser sertanejo”, explica Matricó.
     No roteiro, composições de sua própria lavra e outras em parceria com nomes como: Anchieta Dali, Luiz Homero e Miguel Marcondes, parceiros de longas datas. Um destaque no repertório é a faixa número 1, a música Grande Poder, de autoria do alagoano Mestre Verdelinho.
     A produção do Cd conta com participações importantes: Direção de Anchieta Dali; Arranjos de A. Dali e João Neto e, ainda, outros grandes músicos da cena pernambucana, como Jerimum de Olinda na percussão, Beto do bandolim, Toninho Tavares no contrabaixo, Edno Oião na bateria, Luizinho na Sanfona, Elis Mariana e Alysson Peter nos vocais.  O trabalho conta ainda com a participação especial de Sevy Nascimento na faixa seis (Na Roça) e Elias Dionísio na Faixa sete (Cauã), da qual este é também coautor.

SERVIÇO:
SHOW DE LANÇAMENTO do CD LAVRADORES, de Paulo Matricó
Local: Teatro de Santa Isabel
Data: 24 de abril 2014
Horário: 20h
Ingressos: R$ 60,00 Inteira e R$ 30,00 Meia. Vendas promocionais antecipadas: R$ 40,00 Inteira.
Venda de ingressos: Bilheteria do Teatro de Santa Isabel(Fone:33253322), Loja Passa Disco (Shopping Sítio da Trindade, fone:32680888) e Box Sertanejo (Mercado da Madalena, fone:34468596).
Maiores Informações: Paulo Matricó – 9866 9930.  

< Texto: Assessoria Teatro Santa Isabel.
Colaboração: Marcos Passos >

 
 
 
 
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